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Cooperativismo
     

06/11/2017
Sicoob sai na frente e se torna primeira empresa do mundo com supercomputador da IBM

Ao todo, sistema contará com três máquinas. A primeira delas já está em pleno funcionamento e aponta para maior agilidade e ainda mais segurança no armazenamento de dados

Arte: IBM/Divulgação

O presidente do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), Henrique Castilhano Vilhares, já havia anunciado: o grupo investiria R$263 milhões em tecnologia ao longo de 2017. E um dos exemplos práticos dessa empreitada já está em pleno funcionamento como marco histórico.

Trata-se de um LinuxOne Emperor II, o modelo mais moderno de Mainframes da IBM. Com seu acionamento, o Sicoob se tornou a primeira empresa do mundo a adquirir a supermáquina. Outro exemplar do mesmo equipamento já está na sede do sistema, em Brasília, e um terceiro é aguardado para 2018.

Mas, afinal, o que isso significa? Na prática, um  aumento de desempenho em estruturas tecnológicas que pode chegar a 60%; além de capacidade de memória RAM ampliada em mais de 150%. Em outras palavras: maior agilidade e armazenamento de informações das cooperativas que compõem o Sicoob.

 

A própria IBM também responde

Mainframes como os adquiridos pelo Sicoob são computadores de grande porte dedicados ao processamento de informações em volume extraordinário e, claro, alta segurança. Daí a velocidade no suporte oferecido a você em todos os canais do sistema e, ainda, a tranquilidade em saber que os dados da sua cooperativa estão sob alta proteção. Vale lembrar que, só no ano passado, mais de 4 bilhões de dados foram perdidos ou roubados no mundo.

Por isso a importância em se investir nisso. “Uma das características mais relevantes do novo sistema LinuxONE é o IBM Secure Service Container, o qual representa um salto significativo em relação à privacidade de informações e a todas as capacidades de segurança. Pela primeira vez, elas podem estar protegidas contra as ameaças externas assim como das ameaças internas de usuários com credenciais elevadas ou hackers que obtem as credenciais de usuários internos. Por outro lado, os desenvolvedores se beneficiam porque podem aproveitar essas capacidades de segurança e focam somente no desenho das aplicações”, explica nota da IBM.

 

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