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Especial Dia das Crianças
     

11/10/2017
Sabores & Saberes inspira oficina escolar

Futuras pedagoga e jornalista atuam junto a quase 80 alunos semanalmente. O objetivo é misturar brincadeira e aprendizado, já de olho no futuro profissional

Foto e Arte: Deividson Costa

Por Thaís Morais
Graduanda em Jornalismo pela UFSJ


Quem já foi criança sabe bem: os pequenos gostam de brincar e aprender. Na mesma medida. Brincar porque é uma forma de se divertir, gastar energia, criar e interagir. Aprender porque, com cada conhecimento novo, o mundo se torna ainda mais instigante.

Imagine, então, poder juntar tudo isso em uma iniciativa só. Pois essa é a proposta das Oficinas Sabores & Saberes, projeto de duas estudantes universitárias em parceria com o Sicoob Credivertentes. Nele, elas interagem semanalmente com 76 crianças do 5º ano da Escola Municipal Deputado José Aldo dos Santos.

 

As ideias

O intuito é criar maior engajamento entre os baixinhos por meio da socialização e de atividades descontraídas, recreativas. Enquanto isso, são abordados temas como empreendedorismo, cooperativismo, folclore, tradições mineiras, cultural regional e outros. Todos pautados em textos publicados mensalmente no boletim e apresentados como essenciais para quem quer fazer a diferença na comunidade e se desenvolver profissionalmente quando crescer.

“Fazer nossa parte é essencial. Prolongar, expandir o conhecimento e inserir a criança no mundo competitivo, de forma a saber partilhar e compartilhar os ganhos, é de suma importância”, diz o presidente do Conselho de Administração da Credi, João Pinto Oliveira, idealizador e desenvolvedor do Boletim Sabores & Saberes há 10 anos.

 

Resultados

Todas as sextas-feiras, a graduanda em Pedagogia, Letícia Stefany; e a estudante de Jornalismo pela UFSJ, Thaís Morais (autora deste texto), comparecem à escola com edições do Sabores & Saberes em mãos, atividades lúdicas preparadas especialmente para cada encontro e muita disposição para leituras, brincadeiras, atividades manuais e muita arte.

A professora Patrícia Carvalho diz que o projeto é inovador na escola. E que seu formato dinâmica está ajudando os alunos a construírem seus próprios conhecimentos. “É um contato diferente e novo com aprendizados que não estão na sala de aula”, ela conta.

A estudante Emilli Rocha, de 10 anos, também comemora: “Quase todos somos tímidos. Mas as oficinas estão fazendo com que percamos a vergonha (risos). Além disso, as turmas não eram muito unidas e nem tinham muito contato. Agora somos amigos e  até montamos um grupo de pesquisas para descobrir mais e mais sobre os assuntos novos que aprendemos”, encerra.

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