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Especial 30 anos
     

12/07/2017
João Pinto de Oliveira é empossado na Academia de Letras de São João del-Rei

Nossa cooperativa foi constituída, em ata, no 27 de agosto de 1986. Abriu as portas dez meses mais tarde, no dia 16 de junho de 1987. E é essa a data que comemoramos com uma série de matérias especiais. Todas contando as histórias de homens e mulheres que fizeram a diferença em três décadas de funcionamento da Credi, Junto a esse marco, aliás, outro motivo de orgulho, que você confere abaixo

Foto: José Egídio de Carvalho / Arte: Aléssio Pires

O presidente do Conselho Administrativo da Credivertentes, João Pinto de Oliveira, é o novo membro da Academia de Letras de São João del Rei. A partir de agora, ele é um dos acadêmicos da instituição cultural, assumindo status de Sócio Correspondente.

O grupo foi fundado em 1971 e é presidido, atualmente, pelo professor, psicólogo e administrador João Bosco de Castro Teixeira.
 

Posse

A indicação do cooperativista, idealizador e um dos 22 fundadores da Credi partiu do advogado, teólogo e escritor Alair Coelho de Resende; além do advogado, ex-deputado mineiro e escritor Wainer de Carvalho Ávila, que o saudou na reunião ordinária de posse.

O vice-presidente da Academia de Letras, o também advogado e empresário José Egídio de Carvalho, teceu elogios ao novo membro. “É uma honra absoluta ter o João Pinto de Oliveira entre nós. Aliás, sua presença no grupo foi aclamada desde a sugestão de seu nome como Sócio Correspondente. E não seria de outra forma, considerando todo o conhecimento e toda a admiração que temos por sua trajetória impressionante como professor, incentivador cultural e dono de vasto conhecimento”, comentou.

 

Discurso

Após oficializar sua posse, João Pinto de Oliveira teceu agradecimentos aos acadêmicos e à instituição que passou a integrar. “Numa era de descrédito, de nefasta desesperança e de subversão de valores, instituições nobilitantes como a Academia e seus ínclitos membros primam pelo afanoso estudo; por instruções de sabedoria,  dignidade, legitimidade, hombridade; pelo culto à virtude e por expressões do pensamento, atraindo a admiração coletiva e fortalecendo as colunas da cidadania e do destemor patriótico”, disse.

E completou: “Somos, ao cultivarmos as letras e as artes, tocados pelos mais nobres sentimentos de harmonia e concórdia. Reconhecemo-nos por palavras de amizade e sinceridade; exercitamos nossa individualidade, nossa marca social. Como dizia Leon Tolstoi: ‘Os atos de uma pessoa tornam-se sua vida, seu destino. Tal é a lei’. Encerramos, tão só, com uma palavra endereçada a todos: gratidão”.

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